quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

LUTO » Morre a atriz Leila Lopes

Publicação: 03/12/2009 07:30 Atualização: 03/12/2009 12:30
A atriz Leila Lopes, 40 anos, foi encontrada morta na madrugada desta quinta-feira dentro de seu apartamento no bairro do Morumbi, em São Paulo. Os policiais foram chamados ao local, mas já encontraram a atriz sem vida.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Leila Lopes teve uma parada cardiorrespiratória. A atriz estava caída ao lado da cama. Segundo a polícia, nenhuma marca de violência física teria sido encontrada no corpo de Leila. O boletim de ocorrência informa que a polícia foi chamada ao local e localizou no quarto embalagens de remédios usados e um prato com restos de comida misturados a um veneno de rato, conhecido como chumbinho. No local, também havia uma carta com várias páginas, endereçada à família da vítima e ao marido.

Gaúcha de São Leopoldo, Leila é conhecida pelos trabalhos nas novelas Renascer, quando interpretou a professora Lu, e O rei do gado, como Lúcia, ambas na Rede Globo.

Cabo Patrício se reúne com ocupantes e pode pedir reintegração de posse da CLDF

Manifestantes decidiram em assembleia que desocupariam plenário apenas durante sessão desta tarde

Ana Elisa Santana
Raphael Veleda
Publicação: 03/12/2009 11:14 Atualização: 03/12/2009 12:45
Depois de assembleia na manhã desta quinta-feira (2/12), encerrada por volta de 11h, os manifestantes que ocupam a Câmara Legislativa do DF (CLDF) desde a tarde de quarta (1º) decidiram que desocuparão o Plenário da Casa nesta tarde, para que seja realizada a sessão em que os deputados vão discutir os pedidos de impeachment do governador, José Roberto Arruda, e do vice, Paulo Octávio, entregues até o momento. Depois da sessão, no entanto, eles pretendem voltar ao local.

Como medida preventiva, o presidente em exercício da CLDF, deputado Cabo Patrício, encaminhou à procuradoria da Casa um pedido de reintegração de posse. O documento está sendo redigido e será protocolado no Tribunal de Justiça do DF caso os ocupantes não saiam do Plenário. Cabo Patrício também pediu que fosse providenciado um outro local para a realização da sessão plenária.

Neste momento (12h), o deputado faz uma reunião com uma comissão designada pelos manifestantes para negociar a desocupação.

Bons resultados
A reunião dos estudantes e demais manifestantes começou às 8h20, com a presença de cerca de 50 pessoas que passaram a noite na CLDF. Ao final da assembleia o grupo já tinha entre 70 e 80 pessoas. Eles avaliaram como boa a repercussão do movimento, e decidiram que vão pressionar a Mesa Diretosa da Câmara para a aprovação dos pedidos de saída de Arruda e Paulo Octávio, e também a cassação de todos os deputados envolvidos no esquema de corrupção denunciado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.

Durante a sessão, a Comissão de Segurança criada pelo movimento ficará de guarda ao lado do Plenário. Outra parte dos manifestantes vai passar a tarde percorrendo escolas em todo o DF para estimular a participação de mais pessoas na ocupação.

Ainda nesta quinta, às 18h, o movimento vai promover uma vigília contra a corrupção. Os manifestantes chamam toda a sociedade, carregando suas velas, para participar do momento.

CAIXA DE PANDORA » TCDF vai apurar suposta participação de conselheiro em esquema de corrupção

Ana Maria Campos
Lilian Tahan
Publicação: 03/12/2009 09:52 Atualização: 03/12/2009 10:16
A Corte do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), da qual Domingos Lamoglia faz parte desde 25 de setembro deste ano, ano abriu processo administrativo para investigar sua suposta participação no esquema de corrupção apontado na Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal. Numa reunião ocorrida na última segunda-feira, os conselheiros do TCDF decidiram requisitar o inquérito 650 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com o objetivo de estudar a possível participação de Lamoglia no suposto pagamentos de propina envolvendo integrantes do primeiro escalão do governo e deputados distritais.


Lamoglia tomou posse no TCDF em 25 de setembro: ele e o assessor de imprensa do GDF aparecem em vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa
Lamoglia é citado em vários trechos do inquérito como uma das pessoas de confiança do governador José Roberto Arruda (DEM), a quem era designada a missão — segundo depoimento do ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa — de transportar o dinheiro de origem duvidosa. Em um vídeo anexado ao inquérito aberto pelo STJ e que veio a público, Lamoglia aparece ao lado do assessor de imprensa do governo Omézio Pontes recebendo dinheiro entregue por Durval. Juntos, os dois guardam os maços dentro de uma pasta preta.

Em função das denúncias, o Ministério Público de Contas do Distrito Federal pediu o afastamento cautelar de Domingos Lamoglia do cargo de conselheiro do TCDF. A autora do pedido, a procuradora Márcia Farias, anexou ao processo uma cópia do discurso feito pelo governador na posse de Lamoglia como conselheiro. Na época, o governador fez uma homenagem ao amigo, a quem apontou como uma pessoa tão próxima a ponto de se confundirem em um só.

Negociações
Ex-chefe de gabinete de Arruda, Lamoglia ingressou no Tribunal há dois meses depois de vencer um longo processo de negociação política capitaneado pelo próprio governador. Lamoglia disputava a indicação para a Corte com a distrital Eliana Pedrosa. O embate dividiu a Câmara Legislativa, que queria enviar para o TCDF um colega com trânsito no Legislativo. Mas Arruda acabou convencendo a base aliada a votar a favor de um de seus principais assessores no Executivo.

Antes de ser aprovado no Tribunal de Contas, Lamoglia passou por uma sabatina nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Economia e Finanças da Câmara Legislativa. Foi aprovado e sua indicação votada em plenário, com a confirmação por unanimidade dos distritais presentes à sessão na época. Um dos pré-requisitos para a posse como conselheiro é uma investigação pregressa sobre a vida do indicado. Ele precisa ter reputação ilibada para assumir a função.

O cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do DF é vitalício e o salário de cada um dos sete integrantes da Corte é de R$ 22,5 mil.

TJ defende desembargadores
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) registrou ontem por meio de nota considerar que não existe qualquer fato que relacione os desembargadores daquela corte a “ilícitos administrativos ou penais” supostamente praticados por autoridades dos Poderes Legislativo e Executivo. “Os julgamentos são públicos, fundamentados, e eventuais divergências jurídicas entre os julgadores são debatidas e registradas, tudo acompanhado pelo Ministério Público e não pode pesar qualquer sombra de dúvida de que as decisões proferidas são amparadas unicamente na Constituição da República e nas leis do país”, diz o texto encaminhado ontem ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Diálogos
A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do CNJ, deu prazo de 15 dias para que três desembargadores citados em conversas gravadas pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Caixa de Pandora, encaminhem informações ao órgão. O prazo começou a contar ontem. Os nomes dos desembargadores Romeu Gonzaga Neiva, José Cruz Macedo e Getúlio Pinheiro de Souza foram citados em diálogos transcritos pela PF que tiveram como interlocutores o governador Arruda, o chefe da Casa Civil afastado José Geraldo Maciel e o ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa. Nas conversas, eles supostamente tratam do recebimento de uma denúncia contra Durval no TJDFT.

CAIXA DE PANDORA » Manifestantes invadem CLDF e diz não ter previsão para sair do plenário

Publicação: 03/12/2009 08:20 Atualização: 03/12/2009 01:03
» Helena mader
» Daniel brito
» Renato alves

Nem mesmo os manifestantes previam o desfecho do protesto marcado para as 14h, em frente à sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Representantes de diversas entidades sindicais e de partidos, além de estudantes, bradavam contra o suposto esquema de propinas no governo de José Roberto Arruda (DEM). A manifestação era bem-humorada, com direito a dinheiro nas meias e, claro, muito panetone. Às 14h45, no entanto, o ânimo mudou. Com um caixão nas mãos, eles resolveram invadir o prédio. Os cinco vigilantes da portaria não conseguiram conter a multidão. Houve confronto e um funcionário da Polícia Legislativa ficou ferido. Até o fechamento desta edição, o plenário continuava ocupado por 74 manifestantes, que prometem dormir na Câmara até Arruda deixar o governo.


ACAMPAMENTO À noite, manifestantes se dividiam em comissões: preparativos para a madrugada
OCUPAÇÃO Representantes de sindicatos e de partidos, e estudantes invadiram o plenário: manifestantes mais experientes conseguiram impedir a quebradeira
INVASÃO O grupo entrou na Câmara Legislativa às 14h45, quando havia apenas cinco seguranças
Os responsáveis pelo protesto quebraram a porta de entrada da Câmara e também derrubaram a parede de vidro na entrada do plenário. Eles percorreram os corredores batendo contra as paredes e, aos gritos, pediam a saída de Arruda. Em poucos minutos, o grupo tomou conta do plenário. Os manifestantes subiram nas cadeiras e na mesa de votação. Os seguranças correram para tentar salvar os computadores usados pelos deputados. Mas não conseguiram poupar todo o patrimônio da Câmara. Alguns manifestantes mais exaltados quebraram partes do teto e riscaram as poltronas com o gesso espalhado pelo chão.

Hino Nacional
O clima esquentou após a invasão. Em cima das bancadas, líderes de movimentos estudantis e sindicalistas cantaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem. O slogan do protesto era %u201CArruda na Papuda%u201D, em referência à penitenciária masculina da cidade. O vice-governador Paulo Octávio (DEM) e os deputados distritais, também suspeitos de participar do esquema de corrupção, não escaparam das provocações. Com medo de represálias, assessores de parlamentares citados no inquérito tiraram as placas de identificação das portas dos gabinetes e deixaram o prédio pela porta dos fundos. Mas o chefe de gabinete do deputado Leonardo Prudente, coronel Jair Tedeschi, acompanhava toda a manifestação da tribuna da imprensa.

Todas as tribos
O perfil dos manifestantes era bastante variado. Compunham o grupo integrantes de sindicatos fortes, como o dos bancários e o dos professores, representantes de partidos políticos, estudantes de universidades, como os que participaram da ocupação da reitoria da UnB em abril do ano passado, e alunos do ensino médio. A atitude dos participantes do protesto também era bem heterogênea. Alguns queriam discutir a situação política e deliberar sobre o futuro do movimento. Outros queriam apenas incitar a violência, aos gritos de %u201Cquebra tudo%u201D. Mas os manifestantes mais experientes conseguiram conter o ímpeto dos demais.

Durante o ato, a revolta se transformou em humor. Muitas pessoas estavam fantasiadas de palhaços, com malas de dinheiro falso e caixas em alusão ao nome da operação da Polícia Federal que desencadeou o caso %u2014 Caixa de Pandora. Um jovem que se identificou como Sérgio e disse ser funcionário do GDF estava com o rosto pintado de branco e um nariz de palhaço. Na cueca vestida sobre a roupa, pôs um maço de dinheiro de brinquedo. %u201CA gente tem que acabar com essa roubalheira e tirar o governador de lá. Só o povo pode mudar essa situação%u201D, gritava o jovem.

Quem também estava fantasiado era o bancário Iran de Sousa Né, escalado para interpretar Arruda durante os protestos. %u201CÉ por causa da careca. Não é a primeira vez que represento este papel, mas agora a coisa está feia. A gente precisa chamar a atenção para a gravidade do caso%u201D, disse Iran, com uma faixa de governador. Durante os protestos, ele se deitou sobre o caixão levado pelos manifestantes. Já um aluno de história do UniCeub, de 27 anos e vestido com a camisa da torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, surrupiou as bandeiras do Brasil e do DF que ficavam no plenário. %u201CVou levar como troféus. Esse povo (os deputados) não merece essas bandeiras%u201D, comentou, sem revelar nome.

Estudantes com uniformes do Centro de Ensino Médio 417 de Santa Maria e do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, na Asa Sul, começaram a riscar todas as poltronas com gesso. %u201CA gente tem que quebrar tudo, colocar fogo nisso aqui%u201D, repetia um deles. Entretanto, as lideranças que se revezavam ao microfone destacavam a importância de preservar o patrimônio público. %u201CVamos convocar a população do DF a ocupar a Câmara Legislativa, mas temos que tomar cuidado para que nada seja danificado%u201D, gritava ao microfone o professor da UnB Rodrigo Dantas, militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

Sessão de 13 minutos

As divergências entre os manifestantes ficaram evidentes logo após a ocupação. Enquanto alguns estudantes davam entrevista à imprensa, outros gritavam para reclamar das declarações. %u201CVamos dormir aqui até o fim%u201D, dizia o universitário Levi Brandão, do UniCeub, quando alguns de seus colegas determinaram que ele não falasse com os repórteres.

Houve confusão também entre militantes de diferentes partidos políticos. Enquanto uma pessoa balançava uma bandeira do PSB, um grupo de manifestantes começou a agredi-lo verbalmente. %u201CVai embora daqui, que moral vocês têm para protestar? O (deputado) Rogério Ulysses está no meio da corrupção%u201D, acusou um participante do protesto.

Em meio à confusão generalizada, parlamentares da oposição tentavam desocupar o plenário para ler os pedidos de afastamento contra Arruda e Paulo Octávio. A deputada Érika Kokay (PT) subiu à tribuna entre os manifestantes para explicar os trâmites dos processos. Mais uma vez, houve muita divergência. Alguns queriam manter o plenário ocupado. Outro grupo defendia a saída temporária, para que a leitura dos requerimentos fosse possível.

Ontem foram apresentados três novos pedidos de impeachment: um do PT, outro do PSol e o terceiro elaborado pela Ordem dos Ministros Evangélicos, uma entidade com sede no Gama. Às 17h30, os deputados do PT conseguiram convencer os participantes do protesto a sair. Meia hora depois, foi aberta a sessão, com a presença dos quatro deputados do PT, além de José Antônio Reguffe (PDT) e de Jaqueline Roriz (PSDB). O presidente em exercício, Cabo Patrício, leu os seis pedidos de impeachment. A sessão durou 13 minutos. Os manifestantes se reuniram e, meia hora depois, decidiram ocupar o plenário da Câmara novamente. (RA, DB e HM)

Confira videorreportagem sobre a invasão da Câmara Legislativa por manifestantes que exigem a renúncia de Arruda

CAIXA DE PANDORA » Manifestantes invadem CLDF e diz não ter previsão para sair do plenário

Publicação: 03/12/2009 08:20 Atualização: 03/12/2009 01:03
» Helena mader
» Daniel brito
» Renato alves

Nem mesmo os manifestantes previam o desfecho do protesto marcado para as 14h, em frente à sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Representantes de diversas entidades sindicais e de partidos, além de estudantes, bradavam contra o suposto esquema de propinas no governo de José Roberto Arruda (DEM). A manifestação era bem-humorada, com direito a dinheiro nas meias e, claro, muito panetone. Às 14h45, no entanto, o ânimo mudou. Com um caixão nas mãos, eles resolveram invadir o prédio. Os cinco vigilantes da portaria não conseguiram conter a multidão. Houve confronto e um funcionário da Polícia Legislativa ficou ferido. Até o fechamento desta edição, o plenário continuava ocupado por 74 manifestantes, que prometem dormir na Câmara até Arruda deixar o governo.


ACAMPAMENTO À noite, manifestantes se dividiam em comissões: preparativos para a madrugada
OCUPAÇÃO Representantes de sindicatos e de partidos, e estudantes invadiram o plenário: manifestantes mais experientes conseguiram impedir a quebradeira
INVASÃO O grupo entrou na Câmara Legislativa às 14h45, quando havia apenas cinco seguranças
Os responsáveis pelo protesto quebraram a porta de entrada da Câmara e também derrubaram a parede de vidro na entrada do plenário. Eles percorreram os corredores batendo contra as paredes e, aos gritos, pediam a saída de Arruda. Em poucos minutos, o grupo tomou conta do plenário. Os manifestantes subiram nas cadeiras e na mesa de votação. Os seguranças correram para tentar salvar os computadores usados pelos deputados. Mas não conseguiram poupar todo o patrimônio da Câmara. Alguns manifestantes mais exaltados quebraram partes do teto e riscaram as poltronas com o gesso espalhado pelo chão.

Hino Nacional
O clima esquentou após a invasão. Em cima das bancadas, líderes de movimentos estudantis e sindicalistas cantaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem. O slogan do protesto era %u201CArruda na Papuda%u201D, em referência à penitenciária masculina da cidade. O vice-governador Paulo Octávio (DEM) e os deputados distritais, também suspeitos de participar do esquema de corrupção, não escaparam das provocações. Com medo de represálias, assessores de parlamentares citados no inquérito tiraram as placas de identificação das portas dos gabinetes e deixaram o prédio pela porta dos fundos. Mas o chefe de gabinete do deputado Leonardo Prudente, coronel Jair Tedeschi, acompanhava toda a manifestação da tribuna da imprensa.

Todas as tribos
O perfil dos manifestantes era bastante variado. Compunham o grupo integrantes de sindicatos fortes, como o dos bancários e o dos professores, representantes de partidos políticos, estudantes de universidades, como os que participaram da ocupação da reitoria da UnB em abril do ano passado, e alunos do ensino médio. A atitude dos participantes do protesto também era bem heterogênea. Alguns queriam discutir a situação política e deliberar sobre o futuro do movimento. Outros queriam apenas incitar a violência, aos gritos de %u201Cquebra tudo%u201D. Mas os manifestantes mais experientes conseguiram conter o ímpeto dos demais.

Durante o ato, a revolta se transformou em humor. Muitas pessoas estavam fantasiadas de palhaços, com malas de dinheiro falso e caixas em alusão ao nome da operação da Polícia Federal que desencadeou o caso %u2014 Caixa de Pandora. Um jovem que se identificou como Sérgio e disse ser funcionário do GDF estava com o rosto pintado de branco e um nariz de palhaço. Na cueca vestida sobre a roupa, pôs um maço de dinheiro de brinquedo. %u201CA gente tem que acabar com essa roubalheira e tirar o governador de lá. Só o povo pode mudar essa situação%u201D, gritava o jovem.

Quem também estava fantasiado era o bancário Iran de Sousa Né, escalado para interpretar Arruda durante os protestos. %u201CÉ por causa da careca. Não é a primeira vez que represento este papel, mas agora a coisa está feia. A gente precisa chamar a atenção para a gravidade do caso%u201D, disse Iran, com uma faixa de governador. Durante os protestos, ele se deitou sobre o caixão levado pelos manifestantes. Já um aluno de história do UniCeub, de 27 anos e vestido com a camisa da torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, surrupiou as bandeiras do Brasil e do DF que ficavam no plenário. %u201CVou levar como troféus. Esse povo (os deputados) não merece essas bandeiras%u201D, comentou, sem revelar nome.

Estudantes com uniformes do Centro de Ensino Médio 417 de Santa Maria e do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, na Asa Sul, começaram a riscar todas as poltronas com gesso. %u201CA gente tem que quebrar tudo, colocar fogo nisso aqui%u201D, repetia um deles. Entretanto, as lideranças que se revezavam ao microfone destacavam a importância de preservar o patrimônio público. %u201CVamos convocar a população do DF a ocupar a Câmara Legislativa, mas temos que tomar cuidado para que nada seja danificado%u201D, gritava ao microfone o professor da UnB Rodrigo Dantas, militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

Sessão de 13 minutos

As divergências entre os manifestantes ficaram evidentes logo após a ocupação. Enquanto alguns estudantes davam entrevista à imprensa, outros gritavam para reclamar das declarações. %u201CVamos dormir aqui até o fim%u201D, dizia o universitário Levi Brandão, do UniCeub, quando alguns de seus colegas determinaram que ele não falasse com os repórteres.

Houve confusão também entre militantes de diferentes partidos políticos. Enquanto uma pessoa balançava uma bandeira do PSB, um grupo de manifestantes começou a agredi-lo verbalmente. %u201CVai embora daqui, que moral vocês têm para protestar? O (deputado) Rogério Ulysses está no meio da corrupção%u201D, acusou um participante do protesto.

Em meio à confusão generalizada, parlamentares da oposição tentavam desocupar o plenário para ler os pedidos de afastamento contra Arruda e Paulo Octávio. A deputada Érika Kokay (PT) subiu à tribuna entre os manifestantes para explicar os trâmites dos processos. Mais uma vez, houve muita divergência. Alguns queriam manter o plenário ocupado. Outro grupo defendia a saída temporária, para que a leitura dos requerimentos fosse possível.

Ontem foram apresentados três novos pedidos de impeachment: um do PT, outro do PSol e o terceiro elaborado pela Ordem dos Ministros Evangélicos, uma entidade com sede no Gama. Às 17h30, os deputados do PT conseguiram convencer os participantes do protesto a sair. Meia hora depois, foi aberta a sessão, com a presença dos quatro deputados do PT, além de José Antônio Reguffe (PDT) e de Jaqueline Roriz (PSDB). O presidente em exercício, Cabo Patrício, leu os seis pedidos de impeachment. A sessão durou 13 minutos. Os manifestantes se reuniram e, meia hora depois, decidiram ocupar o plenário da Câmara novamente. (RA, DB e HM)

Confira videorreportagem sobre a invasão da Câmara Legislativa por manifestantes que exigem a renúncia de Arruda

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Freire: CAIXA DE PANDORA »

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/02/cidades,i=158459/CPI+DEIXARA+OS+DISTRITAIS+DE+FORA+DA+INVESTIGACAO.shtml

CAIXA DE PANDORA »

CPI deixará os distritais de fora da investigação
Deputados "se esquecem" de que seus pares estão citados nas gravações do suposto esquema de corrupção e decidem focar apenas o governo

Samanta Sallum
Publicação: 02/12/2009 11:55
Os deputados distritais de todas as cores partidárias se uniram ontem para tentar reduzir os prejuízos causados pelas denúncias que recaem sobre a Câmara Legislativa. A estratégia definida em reunião ontem à tarde, que durou quatro horas, foi desviar o foco sobre a Casa direcionando a munição contra o Governo do Distrito Federal (GDF). Pela primeira vez, por unanimidade, os parlamentares decidiram abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a “corrupção” no Executivo local. Algo inédito na Casa.


A CPI foi aprovada por unanimidade em reunião realizada ontem à tarde
Houve pequena resistência de parte da base de apoio ao governo no início das discussões que reuniram 22 distritais(1). Mas os parlamentares não encontraram outra saída senão devolver a “batata quente” para o GDF. E os resistentes acabaram convencidos, sendo aprovado o requerimento da CPI da Corrupção, como ela foi batizada. A maioria dos deputados entrou e saiu da reunião evitando a imprensa, principalmente os envolvidos nas denúncias.

A pressão e a necessidade de tentar minimizar o escândalo sobre o Legislativo fizeram com que deputados do ninho arrudista se aliassem até com a oposição para não se afogarem sozinhos em meio às denúncias. Caso da líder do governo, deputada Eurides Brito (PMDB), e do presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (DEM), que se afastou do cargo ontem (leia ao lado). Ambos aparecem em imagens gravadas recebendo dinheiro de Durval Barbosa. Eles concordaram com a CPI da Corrupção, que pretende apurar todas as transações envolvendo empresas prestadoras de serviço e o governo.

A oposição saiu fortalecida da reunião. “É uma vitória do Poder Legislativo a abertura da CPI. Uma resposta que a sociedade merece. É preciso apurar doa a quem doer”, disse o deputado Cabo Patrício (PT), que agora assume a presidência da Câmara. Os governistas, constrangidos, aprovaram a CPI, mas não quiseram dar declarações. Apenas a oposição e o deputado José Antônio Reguffe (PDT) comentaram. Autor de um pedido de CPI, o pedetista comemorou a decisão dos deputados, mas demonstrou preocupação: “É preciso que essa CPI funcione mesmo, seja séria, trabalhe”. Hoje se iniciam as conversas para definir a presidência e a relatoria da CPI, mas os trabalhos da comissão ainda não têm data para começar.

Salvamento
Da CPI, os parlamentares ficam de fora. Aos oito deputados envolvidos caberá responder a processo por quebra de decoro parlamentar na Comissão de Ética da Câmara Legislativa. São eles: Leonardo Prudente (DEM), Benício Tavares (PMDB), Benedito Domingos (PP), Júnior Brunelli (PSC), Eurides Brito (PMDB), Rogério Ulysses (PSB), Rôney Nemer (PMDB) e Aylton Gomes (PMN), licenciado. No entanto, também há desconfiança sobre o resultado dos processos. Outra estratégia de salvamento teria sido montada. Os deputados admitiriam, como já fez Prudente, que receberam dinheiro como caixa 2 de campanha eleitoral, em 2006. Responderiam pelo crime eleitoral, que devido à data, pode prescrever. E não seriam condenados por quebra de decoro parlamentar já que ainda não tinham sido eleitos na época da irregularidade.

A liderança do PT protocola hoje pedido de abertura de processo por crime de responsabilidade contra o governador José Roberto Arruda. Dois advogados representando a sociedade civil entregaram ontem na Câmara pedido de impeachment de Arruda.

1 - Ausentes
Os únicos distritais ausentes na reunião foram Júnior Brunelli (PSC), que está de licença médica, e Benício Tavares (PTB). Brunelli deveria voltar ao trabalho, mas renovou o pedido de afastamento por questões de saúde.

Prudente se afasta
Um dia depois de afirmar que não iria se afastar da presidência da Câmara Legislativa, o deputado Leonardo Prudente (DEM) se licenciou do cargo até “o fim das

Leonardo Prudente (ao centro): afastamento a mando do coração
investigações” sobre as denúncias de recebimento ilegal de dinheiro. Isso significa um tempo indeterminado. Depois de quatro horas de reunião com outros 21 deputados distritais, Prudente avaliou ser a melhor saída no momento. É uma tentativa de reduzir o desgaste de imagem da Casa diante dos vídeos em que diversos parlamentares aparecem recebendo maços de notas de Durval Barbosa, ex-assessor de Relações Institucionais do governador José Roberto Arruda (DEM).

As decisões que saíram da reunião foram anunciadas pelo deputado Cabo Patrício (PT), que agora assume a presidência da Câmara. Entre elas, a eleição de um corregedor especialmente para cuidar do caso. Isso porque o atual, o deputado Júnior Brunelli (PSC), é um dos envolvidos no escândalo e, automaticamente, está impedido de conduzir o processo de apuração interna na casa. A escolha do deputado que vai assumir a função será feita amanhã, por meio de votação, em plenário.

Submundo
O deputado Rogério Ulysses (PSB) voluntariamente pediu o afastamento da presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por também estar entre os citados no inquérito da Polícia Federal que apura o caso. “Estou vivendo o momento mais difícil da minha vida. Meu nome foi arrastado para esse submundo da política que eu não conheço. Não há imagem alguma minha, não recebi benefício algum. Meu nome é citado de forma leviana”, disse Ulysses. Ele e mais sete deputados envolvidos vão responder a processo por quebra de decoro parlamentar na Comissão de Ética da Câmara Legislativa.

Os deputados foram convocados por telegrama para a reunião na tarde de ontem. A estratégia era evitar a sessão em plenário para não ocorrer lavagem de roupa suja na tribuna diante dos jornalistas. A reunião entre os deputados transcorreu sem confrontos. Prudente colocou em pauta seu afastamento, dizendo que “o coração o mandava” fazer isso. Como não renunciou ao cargo, apenas se afastou, podendo retornar a qualquer momento, não há possibilidade pelo regimento interno de nova eleição para compor a Mesa Diretora.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Encontro Politico

Sabado (07/11/2009) ás 16:00 em frente ao Tatico de Samambaia... CARAVANA PSC com o Gov.Roriz compareça venha se filiar e receber o Melhor e futuro GOVERNADOR DO DF...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

11 políticos se credenciam para concorrer às duas vagas do DF no Senado


O troca-troca de partidos no prazo final para filiações consolidou um cenário de embate acirrado ao Senado. Novos acordos sedimentaram candidaturas e viabilizaram projetos até então impossíveis. Pelo menos 11 políticos são cotados para a disputa pelo mandato de oito anos — nas eleições 2010, serão duas vagas para o Senado. Na base do governador José Roberto Arruda, há cinco pré-candidatos. O ex-governador Joaquim Roriz (PSC) tem um aliado de olho na vaga. Na chapa que deverá ser encabeçada por Agnelo Queiroz (PT), há três potenciais concorrentes. O senador Gim Argello (PTB) prepara um aliado para o jogo e o senador Cristovam Buarque (PDT) corre por fora, sem por enquanto pertencer a um dos grupos políticos.Dois parlamentares que se elegeram pelo DEM e estavam sem espaço para a corrida ao Senado encontraram um caminho para o projeto. O deputado federal Robson Rodovalho assinou ontem a ficha de filiação ao PP. O deputado distrital Júnior Brunelli também encontrou abrigo em outra legenda para concorrer a uma vaga de senador. Foi para o PSC, onde espera apoio de Roriz para entrar em campanha. Os dois vão brigar pelo voto dos evangélicos. O DEM perdeu ainda o secretário de Governo, José Humberto Pires, que ingressou no PSDB. “Sempre me senti muito bem no DEM, mas recebi convites do PSDB e do PPS. Acabei optando pelo PSDB, nosso aliado em âmbito local e nacional”, afirma José Humberto.No PSDB, o secretário responsável pela coordenação de todos os projetos do governo tem espaço para trilhar uma candidatura ao Senado, coisa quase impossível no DEM, que já tem dois nomes no páreo: o secretário de Transportes, Alberto Fraga, e o senador Adelmir Santana. Este ganhou na semana passada uma reafirmação do acordo, já fechado em 2007, de que estará na chapa majoritária de Arruda e do vice-governador Paulo Octávio, em 2010. Arruda tem ainda compromisso de apoiar a candidatura do deputado Tadeu Filippelli.EmpresárioPré-candidato ao GDF, Gim já tem um nome para o Senado. O empresário Antonio Matias, dono da rede Gasol de postos de combustível, que se filiou no PTB com essa disposição. No PT, há dois nomes interessados: o deputado federal Geraldo Magela e o distrital Chico Leite. Se não houver recuo, os dois deverão disputar a indicação em prévias. Eles têm ainda um adversário externo. O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) havia retirado a sua pré-candidatura ao Senado com o acerto feito com Adelmir Santana para ingresso no PSB. Como Adelmir recuou, Rollemberg garante que voltou para a briga. “Houve no PSB quem fosse contrário à entrada de Adelmir por considerar que eu deveria concorrer ao Senado”, diz Rollemberg.Segundo aliados de Roriz, o ex-governador pensa ainda em lançar como concorrente ao Senado o pastor Egmar Tavares, vice-presidente regional do PSC e integrante da Igreja Assembleia de Deus. Aliado de Roriz, ele disputou uma vaga de deputado federal em 2006 e conquistou 34,1 mil votos. É uma das apostas do ex-governador.No prazo final para as filiações partidárias, ontem, houve várias festas de filiação. Raimundo Ribeiro promoveu um almoço com aliados para anunciar seu ingresso no PSDB. Ele deixou o PSL neste ano por incompatibilidades com a direção regional. Rodovalho participou de um evento para sua filiação no PP, na Associação Comercial de Taguatinga. Já o PMDB reuniu seus candidatos na sede do partido para uma confraternização.
Ana Maria Campos
04/10/2009
Correio Braziliense

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Encontro Politico

Os ex-governadores do Distrito Federal, Joaquim Roriz (Sem partido) e Cristovam Buarque (PDT) jantaram juntos ontem à noite na casa do pastor Ricardo Espíndola e discutiram cenários para a eleição de 2010 em Brasília e no Brasil.
Os dois fizeram um pacto de não-agressão na eleição do ano que vem, mesmo que fiquem em campos opostos. Roriz comunicou oficialmente a Cristovam que é candidato ao governo enquanto o pedetista disse que irá para a reeleição. Recentemente, Cristovam definiu como “corajosa” a decisão de Roriz de sair do PMDB para garantir sua candidatura ao GDF.
Foi a primeira vez que os dois se encontraram para discutir política e as propostas para a melhoria da qualidade de vida da população de Distrito Federal. “Foi um encontro muito produtivo”, resumiu Roriz. “Foi um encontro agradável entre os únicos ex-governadores eleitos do Distrito Federal, preocupados com o futuro desta cidade”, acrescentou Cristovam.
Os dois discutiram a proposta do ex-governador Roriz de retomar o perímetro do quadrilátero do Distrito Federal de 14.400 kilometros definido pela “Missão Cruls”, em 1894, e que foi reduzido em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck, quando criou a Novacap – atualmente o seu tamanho é de 4.800 kilometros.
Os dois ex-governadores concordaram com a proposta de fazer com que o DF retome o tamanho imaginado pela Missão Cruls - o que representaria quase o triplo do tamanho atual. Boa parte da região do chamado Entorno de Brasília seria incorporada, além de alguns municípios vizinhos. “Precisamos pensar grande, em soluções definitivas para o Distrito Federal e o Entorno”, argumentou Roriz.

22 de setembro 2009

Rumo ao BURITI

Ana Maria Campos
Publicação: 18/09/2009 09:20


Agora é oficial. O ex-governador Joaquim Roriz protocolou ontem o pedido de desfiliação do PMDB no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Distrito Federal. Começa agora a intensificação das negociações com outras legendas para a escolha do novo destino. O caminho mais provável é um partido pequeno. Entre as opções estão PMN, PRTB, PSC, PRP e PRB. Roriz só vai anunciar a escolha no prazo final previsto na legislação eleitoral, ou seja, em 3 de outubro.
Saiba mais...Disputa pelo GDF parece mais clara entre José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz Ex-governador Joaquim Roriz deixa o PMDB TCDF muda parecer sobre contas de Roriz e Abadia Em litígio com o PMDB local, Roriz está de olho no PRB Magela se encontra com Roriz e sofre severas críticas dentro do PT Usuário cria perfil falso de Roriz no Twitter Como as maiores legendas já estão alinhadas com o governador José Roberto Arruda (DEM) ou lançarão candidato próprio ao Executivo — casos de PT e PTB —, Roriz busca opções entre as agremiações com menor expressão política, mas que poderão construir juntas uma ampla composição partidária. O principal interesse do ex-governador é aumentar o tempo de televisão para a propaganda na campanha eleitoral e abrir espaço para a eleição de aliados nas vagas de deputado distrital, federal e senador.Entre as legendas que já estão fechadas com o ex-governador está o PSC, que sempre foi uma espécie de apêndice do PMDB no Congresso. O partido está sob controle do grupo rorizista no DF, já que tem como presidente um dos principais assessores do ex-governador, Valério Neves Campos. O PMN também virou reduto rorizista. Nesta semana, a secretária-geral nacional do partido, Telma Ribeiro dos Santos, fez uma intervenção na executiva regional e destituiu o atual presidente, Luiz França, que é aliado de Arruda e exerce o cargo de diretor do programa Na Hora. A legenda tem ainda um deputado distrital, Aylton Gomes, e duas administrações regionais.Telma avisou aos correligionários do Distrito Federal que a deputada Jaqueline Roriz assumirá o comando do PMN. Filha do meio do ex-governador, a distrital já comunicou ao PSDB sua intenção de se desfiliar e entrou com ação judicial para pedir justa causa e mudar de legenda sem ser acusada de infidelidade partidária. No processo, Jaqueline sustenta que vai migrar para o PSR, que está ainda em fase de criação. A mudança para uma agremiação que está sendo constituída é uma das exceções previstas em lei para escapar de uma cassação de mandato em casos de transferência partidária.Além de Jaqueline, Celina Leão, assessora de Roriz, também vai deixar o PSDB para se filiar ao PMN. Ela será secretária-geral do partido no DF. “Isso é um absurdo. O partido fica com cara de legenda de aluguel. Ele terá um partido nanico e ainda dividido”, lamenta Luiz França. Nesta semana, Dedé Roriz, sobrinho do ex-governador, migrou do PTB para o PRTB, onde assumiu o cargo de presidente da Juventude do partido. A mudança sinaliza que a legenda também estará ao lado de Roriz na campanha de 2010.Com o comando do PMN,PRTB e do PSC nas mãos de colaboradores fiéis, Roriz poderá escolher uma outra legenda para se filiar. Assim garantiria no mínimo uma coligação com três legendas. O ex-governador disse ontem que tem em vista oito ou nove agremiações, mas não quis revelar com quem tem mantido contato. “Posso dizer apenas que terei mais tempo de televisão do que se tivesse ficado no PMDB”, afirmou ontem ao Correio.No TRE-DF, onde deixou a carta de desfiliação, Roriz distribuiu uma nota em que ataca o PMDB e justifica sua saída. “Saio do PMDB, partido que ajudei a criar, buscando outros caminhos que me permitam continuar lutando pela grandeza de Brasília e redenção de seu povo.” O ex-governador voltou a garantir que será candidato ao GDF nas próximas eleições. “Só a morte me impedirá de concorrer mais uma vez”, afirmou.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Roriz vai ser Governador do Distrito Federal em 2010

Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Dep. Marcelo Melo (PMDB-GO) lamentou em seu site a saída de Roriz do PMDB e reforçou o apoio de Luziânia e de outras cidades do entorno a Roriz.
Marcelo Melo lamenta desfiliação de Joaquim Roriz do PMDB
O deputado federal Marcelo Melo (PMDB/GO), lamentou a saída de Roriz do partido. “Roriz tem chances de vencer a eleição, mesmo em outra legenda. Mas fico triste pela saída dele, com uma história tão bonita dentro do PMDB”, disse. O parlamentar reiterou o apoio a Roriz. “Ele tem meu apoio irrestrito. Em qualquer projeto que ele estiver, estaremos juntos”.
Marcelo Melo criticou a forma com que o processo de votação de dissolução do diretório do PMDB no DF foi conduzido pelos membros da executiva nacional do partido. “Essa foi a pior maneira de fechar o processo: sem discussão, fugindo da raia. Fico entristecido com as atitudes de alguns dos membros da nossa executiva nacional, mas continuarei sendo peemedebista”, disparou.Apesar de decepcionado com a cúpula nacional do partido, o deputado Marcelo Melo elogiou a participação e a presença constante da presidente nacional do PMDB, deputada Íris de Araújo (GO), e do deputado federal Moisés Avelino (TO). “É preciso enaltecer as pessoas que se portaram com dignidade”, disse.
Fonte: Deputado Marcelo Mello - Goiás por inteiro ( site oficial).
Ex-governador Joaquim Roriz deixa o PMDB

Publicação: 16/09/2009 16:58 Atualização: 16/09/2009 18:15


O ex-governador Joaquim Roriz anunciou nesta quarta-feira (16/9) sua desfiliação do PMDB. O comunicado foi feito em reunião da Executiva Nacional do partido que votaria a destituição do diretório do DF.

Roriz afirmou que deixa o partido para garantir sua candidatura ao governo em 2010. Ele deve entregar o pedido de desfiliação ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na próxima segunda-feira.

O destino mais provável do ex-governador é o Partido Social Cristão (PSC), mas Roriz também vinha negociando a ida para o Partido Republicano Brasileiro (PRB), do vice-presidente José de Alencar. Ele afirmou que já recebeu propostas de nove legendas para se filiar. "Agora é tudo questão de negociação", explicou Roriz.

Ainda nesta quarta-feira, o ex-governador se reúne com pré-candidatos em seu escritório político. Ele tem até o dia 1º de outubro para escolher um novo partido e participar das eleições no próximo ano.



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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

o blog oficial do orkut: Compartilhe a riqueza (fotográfica)! Agora você pode compartilhar suas fotos do orkut com quem quiser

Às vezes é preciso perder para dar VALOR... *... É preciso chorar para aprender a AMAR. *... É preciso confiar para se ENTREGAR. *... E ainda assim a grande verdade é q...*... É preciso ouvir para nunca GRITAR... *... Todos irão sofrer um dia, para saber: *... O verdadeiro sentido da felicidade!...**... Se sentir saudade: PROCURE. *... Se sentir vontade: FAÇA. *... Se tiver medo: LUTE. *... Se perder: ESQUEÇA. *... Se gostar: VIVA!*... Lembre-se: *... Nunca é tarde para RECOMEÇAR, *... E buscar a felicidade. *...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*::: “A suprema felicidade da vida é a convicção*::: de ser amado por aquilo que você é, e não aquilo que você tem!! *

domingo, 11 de janeiro de 2009

Às vezes é preciso perder para dar VALOR...
*... É preciso chorar para aprender a AMAR.
*... É preciso confiar para se ENTREGAR.
*... E ainda assim a grande verdade é q...
*... É preciso ouvir para nunca GRITAR...
*... Todos irão sofrer um dia, para saber:
*... O verdadeiro sentido da felicidade!...
*... Se sentir saudade: PROCURE.
*... Se sentir vontade: FAÇA.
*... Se tiver medo: LUTE.
*... Se perder: ESQUEÇA.
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*... Nunca é tarde para RECOMEÇAR,
*... E buscar a felicidade.
*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*:::
“A suprema felicidade da vida é a convicção
*::: de ser amado por aquilo que você é, e não aquilo que você tem!! *